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terça-feira, 7 de junho de 2016

#ProteçãoPrimeiro: Principais métodos contraceptivos de longa duração

Implante subcutâneo: É um microbastão de hormônio sintético similar à progesterona, que deve ser implantado no antebraço com anestesia local através de uma microcirurgia, agindo na inibição da ovulação e impedindo a gravidez. Pode durar até 3 anos.
  • Vantagens do implante subcutâneo é ser um método de longo prazo, que garante proteção por até três anos. Além disso, por ser um método apenas com progesterona, tem um menor risco de causar trombose. Outro benefício é que, passada a fase de adaptação, a mulher para de menstruar ou tem um fluxo bem reduzido, com melhoras na tensão pré-menstrual e nas cólicas.
  • Desvantagem apontada pela médica a ginecologista Bárbara Murayama, coordenadora da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho é a irregularidade menstrual que pode acometer algumas mulheres que usam o implante subcutâneo. "A mulher que coloca o implante precisa ser muito bem informada por sua ginecologista que pode haver sangramento irregular. Não há um número certo de dias, mas, se perceber que está sangrando muito além do habitual durante o período menstrual, deve procurar sua médica para avaliação", diz.
  • Efeitos colaterais, alerta para possíveis irregularidades menstruais, com sangramentos fora do ciclo. Em alguns casos, essa irregularidade na menstruação pode ser intensa, gerando um aumento do fluxo sanguíneo que, muitas vezes, é confundido com uma hemorragia.

DIU de cobre: Pequena peça de plástico inserida no útero da mulher, que tem efeito espermicida, destruindo os espermatozoides e, por meio da ação dos fios de cobre, impedindo que eles cheguem a ser fecundados. Dependendo do modelo, pode durar de 3 a 10 anos.

Os efeitos colaterais do DIU podem ser:
  • Dores ou contrações uterinas, mais frequentes nas mulheres que nunca tiveram filhos;
  • Pequena hemorragia logo após a colocação do DIU;
  • Desmaio;
  • Corrimento vaginal.
O DIU de cobre também pode provocar o aparecimento de menstruações mais longas, com maior hemorragia e mais dolorosas, apenas em algumas mulheres, principalmente nos primeiros meses após a inserção do DIU.

As vantagens do DIU incluem:
  • É um método prático e de longa duração;
  • Depois de colocado, não depende da mulher;
  • Evita ter que tomar a pílula todos os dias;
  • Não interfere no contato íntimo;
  • A fertilidade retorna ao normal depois de retirar o DIU.
Além destas vantagens, o DIU de cobre, como não é um método hormonal, não tem efeitos colaterais no resto do corpo, como alterações de humor, peso e diminuição da libido e pode ser utilizado em qualquer idade, não interferindo com a amamentação.
As desvantagens do DIU podem incluir:
  • Aparecimento de anemia devido às menstruações mais longas e abundantes que o DIU de cobre provoca;
  • Risco de infeção do útero;
  • Se ocorrer uma infecção por transmissão sexual, maior probabilidade dela evoluir para uma doença mais grave, a doença inflamatória pélvica.
Raramente o DIU pode sair sem que a mulher perceba, mas nos primeiros 3 meses a probabilidade de isso acontecer é maior.
O risco de aborto espontâneo é de aproximadamente 55% para as mulheres que engravidam apesar do dispositivo intra-uterino ser corretamente colocado e a probabilidade de uma gravidez ectópica é de 3 a 9%.
SIU hormonal: Similar ao DIU em seu formato, mas é feito de material plástico e possui um dispositivo que contém 52 mg do hormônio sintético levonorgestrel, liberado em pequenas doses ao longo de cinco anos diretamente na região uterina. Além da alta eficácia, existe a vantagem da praticidade posológica e a menstruação tende a diminuir muito, podendo até desaparecer.

  • Desvantagens: irregularidade na menstruação ou amenorreia.
  • Vantagens na menstruação: mais leves ou sem menstruação (amenorréia)
  • Benefícios: não há necessidade de se fazer alguma ação diária para a contracepção ter efeito
  • Riscos: cistos ovarianos (usualmente benignos), pequeno risco de doença inflamatória pélvica, perfuração uterina.

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sábado, 28 de maio de 2016

#ProteçãoPrimeiro: Injeção anticoncepcional

A injeção anticoncepcional é um método contraceptivo que possui em sua fórmula a combinação de progesterona ou associação de estrogênios, com doses de longa duração. A injeção pode ser mensal ou trimestral, e deve ser aplicada na região glútea.

Para os anticoncepcionais mensais, as vantagens e desvantagens são as mesmas da pílula anticoncepcional. Para os anticoncepcionais injetáveis trimestrais, existe a vantagem de serem aplicados a cada três meses, mas há a desvantagem de provocarem a ausência de menstruação no início do tratamento. O retorno da fertilidade (capacidade de engravidar) ocorre vagarosamente, cerca de nove meses após a última injeção trimestral.


A primeira aplicação do anticoncepcional deve ser realizada no primeiro dia do ciclo menstrual (podendo acontecer no máximo até o 8º dia). A segunda aplicação deve ocorrer 30 dias depois, com tolerância de aproximadamente três dias, nos casos dos preventivos mensais.

O anticoncepcional em injeção possui o mesmo mecanismo de ação das pílulas, pois ele suspende a ovulação, reduz a espessura endometrial e espessa o muco cervical. O fluxo menstrual pode diminuir devido a maior quantidade de hormônios no método contraceptivo.

O uso do contraceptivo injetável trimestral é indicado para as mulheres que não podem ou não desejam o uso do estrogênio, pois sua base é somente de progestágeno.

A injeção anticoncepcional também pode causar dor de cabeça, acne, alterações do humor, redução da densidade mineral óssea, vertigens e aumento de peso. Entretanto, possui efeitos benéficos, como alívio da menstruação e melhora da anemia, redução dos sintomas associados à endometriose, dor pélvica crônica, redução do câncer de endométrio e possível diminuição nas crises de anemia falciforme.

É um método contraceptivo muito eficaz, com apenas 0,1% a 0,6% de falha para a injeção mensal e de 0,3%, para a injeção trimestral, o que é equivalente à eficácia da ligadura de trompas. O uso desse método deve ser recomendado pelo médico ginecologista e a sua aplicação deverá ser realizada em farmácia com receita.

Fonte: Gineco

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#ProteçãoPrimeiro: Anticoncepção de Emergência

A anticoncepção de emergência é o único método anticoncepcional que pode ser usado pelas mulheres para prevenir a gravidez “depois”de uma relação sexual desprotegida, ou seja, nos casos de:
  • Relação sexual desprotegida.
  • Rompimento ou deslizamento do preservativo, esquecimento da pílula ou falha presumida de um método anticoncepcional.
  • Violência sexual (Estupro).

O quadro proteção primeiro aqui no blog surgiu a algum tempo, no intuito de ajudar muitas adolescentes que me seguem. Do que adianta eu falar de moda e não falar do mais importante que é a proteção?! Tendo um blog querendo ou não eu acabo sendo uma pessoa de influencia para meus leitores, sei que muitas garotas com 16, 17 e 18 anos não querem ter filhos antes de ao menos terminarem a faculdade, como todo ser humano erra é bom informar sobre o anticoncepcional de emergência.


Dependendo do momento do ciclo menstrual em que são usadas, as pílulas atuam impedindo ou retardando a ovulação, alterando a função do corpo lúteo e interferindo no transporte ovular ou na movimentação dos espermatozoides.

Deve ser usada em situações de emergência, quando se tem uma relação sexual desprotegida, ou quando há falha presumível do método utilizado (por exemplo: ruptura da camisinha), ou em caso de estrupo. A anticoncepção de emergência deve ser iniciada assim que possível, até 5 dias (120 horas) após ter ocorrido uma relação sexual desprotegida.

Fonte: Adolescência


(Imagens do site de refecia) 

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#ProteçãoPrimeiro: A importância da pílula anticoncepcional


O uso da pílula contribuiu em dois aspectos para uma maior qualidade de vida entre as mulheres de diferentes idades. O primeiro, evitando uma gravidez não planejada, que pode terminar, muitas vezes, em aborto (esta prática feita de forma clandestina é uma das causas mais frequentes de mortalidade materna no Brasil, sem contar as sequelas físicas e emocionais que esse procedimento pode acarretar). Então, quando tomada de forma correta, sem esquecimentos, a pílula é muito eficiente.

O segundo aspecto é que o medicamento traz outros tipos de benefícios, como menos chance de desenvolver câncer de ovário e de endométrio para as mulheres que, acompanhadas por um médico, fazem uso regular da pílula; regularização do ciclo menstrual (é ótimo tratamento para cólica menstrual, diminuição do volume do sangramento e duração do ciclo). Outra vantagem é que a pílula pode fazer também com que a mulh

er controle o melhor período para a menstruação, tendo maior liberdade e planejamento. Também pode servir como tratamento à oleosidade da pele e acne.

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Ilustração, design e desenvolvimento: